domingo, 6 de janeiro de 2013

No Corcovado, quem abre os braços sou eu 
Copacabana, esta semana, o mar sou eu 
Como é perversa a juventude do meu coração
Que só entende o que é cruel, o que é paixão
E as paralelas dos pneus n'água das ruas 
São duas estradas nuas 
Em que foges do que é teu 
No apartamento, oitavo andar
Abro a vidraça e grito, grito quando o carro passa 
Teu infinito sou eu, sou eu, sou eu, sou eu.

Belchior

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